"O disfarce do observador"

 

 

 

 

Andar na rua e bem disfarçado...

Quiçá um vulto gloriado...

O seu passo é despercebido,

Deixa um rasto subentendido.

 

Vão rasurando no papel…

Elevam o amigo tal como é

São os ditames do uso a granel.

E na prática?... Há pois é!

 

Dizes que tens consciência…

E sempre falas com certo pudor,

Vais emitindo a mesma frequência.

...”O disfarce do observador”.

 

Na pureza o amor… Eu já lavrei…

Livros amigos que eu amei,

Afeiçoando o verbo amar,

Aqui!... Cogito o meu confessar.

 

 

Pinhal Dias - Amora - Portugal