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"O disfarce do observador"
Andar na rua e bem disfarçado... Quiçá um vulto gloriado... O seu passo é despercebido, Deixa um rasto subentendido.
Vão rasurando no papel… Elevam o amigo tal como é São os ditames do uso a granel. E na prática?... Há pois é!
Dizes que tens consciência… E sempre falas com certo pudor, Vais emitindo a mesma frequência. ...”O disfarce do observador”.
Na pureza o amor… Eu já lavrei… Livros amigos que eu amei, Afeiçoando o verbo amar, Aqui!... Cogito o meu confessar.
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